Moto Perpétuo - ST 1974 - Tres Selos
Guilherme Arantes, Claudio Lucci e Gerson Tatini celebram os 50 anos do único álbum do grupo com edição especial na assinatura Três Selos.
O autointitulado disco “Moto Perpétuo”, de 1974, é o primeiro e único da banda que marcou o início da carreira de Guilherme Arantes. Além de Arantes (voz, teclados e composições), o grupo reunia Claudio Lucci (violão, violoncelo e guitarra), Diógenes Burani Filho (bateria), Egídio Conde (guitarra) e Gerson Tatini (baixo).
A história do Moto Perpétuo começou em 1973, quando Guilherme Arantes e Diógenes Burani se conheceram tocando em apresentações para Jorge Mautner. Mais tarde, ao entrar na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Arantes conheceu o músico Claudio Lucci. Diógenes, que vinha de um projeto com Rita Lee e Lúcia Turnbull, o Cilibrinas do Éden, trouxe para a formação Gerson Tatini e Egídio Conde. Juntos, os cinco músicos deram vida ao Moto Perpétuo, apadrinhados pelo produtor Moracy do Val, responsável pelo sucesso do Secos & Molhados.
No auge do rock progressivo, o Moto Perpétuo se destacava ao incorporar elementos brasileiros ao gênero, influenciados por nomes como Yes, King Crimson e pelo movimento do Clube da Esquina. Seu disco de estreia, lançado pela gravadora Continental, trouxe 11 músicas inéditas, com nove composições assinadas por Guilherme Arantes e duas por Claudio Lucci.
Meses após o lançamento do álbum, em 1975, o Moto Perpétuo se dissolveu. Guilherme Arantes seguiu então para ser um dos maiores compositores da MPB, com uma sucessão de hits em novelas e gravados por estrelas da música brasileira.
Vinil Preto 180g prensado na Rocinante
Livreto com 12 páginas, fotos e texto inédito da Lorena Calabria
Capa Gatefold empastada
Masterização de Artur Joly